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About Me

~ Português a baixo ~

As many of you, my subs and slaves, asked who is Mistress Isis outside her kinky boots, corsets and fishnets.

I decided to write a little about me and my interests. So I don’t have to answer the same questions again and again.

My posts are usually written in Portuguese, as it is my native language. Translation tool is available at the bottom of this page. Or to your left, depending on the device you’re using.


Olá subs.
Sou a Mistress Isis.
Sou jovem portuguesa, 25 anos e com um corpo naturalmente sensual. Sou uma mulher culta. Amo a arte da dominação feminina.
Muitos de vocês querem saber quem é a Mistress Isis para além do Latex e dos Corpetes. Get ready M#F*!

Na verdade, estou cansada de responder às mesmas questões e por isso, decidi escrever-vos um pouco sobre meu background.

~

Cresci em Portugal, com uma família bem típica portuguesa, nos 90’s. Sempre fui observadora e firme nas minhas vontades e opiniões. Chamo-me: crua e implacável. E ao mesmo tempo, um coração de Rainha misericordiosa que atenta aos seus subs.

Bem cedo comecei a explorar a minha sexualidade, e foi aí que descobri um véu negro. A sexualidade que me tinha sido incutida era uma farsa e um pleno tédio cheio de preceitos!

A minha busca começou. 


Muito cedo tive acesso à web e pude descobrir alguns dos meus primeiros interesses sexuais. Descobri as maravilhas de role play, long sexting, etc.

Cresci com Anime. E por isso a crescer fui ao encontro de videos Hentai (traduz-se “perverso” em japonês). Adoro fazer cosplay (ou roleplay).

!Para quem conhece algum termo: uma pesquisa muito rápida resolve a questão!

A escola: Fiz licenciatura em fotografia e artes plásticas. Onde cresceu a minha paixão por fotografia e onde descobri que era também um óptimo modelo! Durante os últimos anos de universidade fui modelo sexy de Webcamming. Onde descobri a minha paixão por teasing & denying. O facto de ser online, adiciona uma camada de Deusa intocável que eu adoro.

Nos últimos anos de universidade entrei no mundo do tantra. Onde comecei por fazer alguns workshops e formações. Práticas que utilizo e aperfeiçoou até hoje em conjunto com algumas vertentes BDSM.

As minhas paixões, desde a fotografia, os corpos despidos, o bondage e outras artes e filosofias, trouxeram-me até às minhas praticas actuais.


Nos dias de hoje, sou rainha adorada por muitos e temida por outros, nas terras da Ibéria e um pouco por todo o mundo.

Fora do lifestyle kinky e fetichista, não deixo de ser quem sou. Sou artista visual. O meu trabalho é sempre acordar e ser eu.

Sou uma pessoa calma, mas um ser crítico com tudo o que faço. Adoro questionar autoridade e humilha-la. E ironicamente, adoro ser a autoridade. Por isso sou eu quem manda nas minhas sessões, não há volta a dar.

Deixar subs na expectativa de algo que pode (ou não) acontecer, deixa-me molhada.

Da mesma forma que gosto de ser dona do meu nariz e de tudo o que é meu. Sou exigente comigo e exijo excelência também.
Adoro ser presenteada como uma Deusa pelos meus súbditos. As prendas materiais são fúteis provas de devoção que me deixam sentir o carinho dos meus subs.
Sinto o poder de ser quem sou e mostro-o sem pudor!

!!Atenção!!

Quero deixar bem claro que não há sexo (penetração), em qualquer momento ou circunstância, entre Mim e o sub!

Guarda essa vontade toda para quando estiveres sob o meu poder.

XOXO

BDSM & fetichismo.

Hello subs, slaves and sissys. My blog is in Portuguese. To read my posts use the translation tool in this page.

Existem muitos subs que neste momento têm receio, ou melhor, medo! De estar com uma Domme. A história é sempre muito parecida. No cérebro animal destinado, as experiências que cria alguma resistência nos subs na descoberta e experiência dos seus limites, de experimentar novas sensações e cantos mais obscuros da mente.

Por isso decidi propus a mim própria escrever uma série de artigos que virão a abordar o tema. Com o objetivo de impedir que o desconhecimento e a falta de informação continuem a ser ferramenta de manipulação.

Se existe desejo de ser manipulado, dessa ou de qualquer outra forma, é com cada um! Mas deveria ser uma escolha em conformidade entre ambas as partes. (É nisso que assenta o conceito SSC (São, Seguro e Consensual).

Para que percebam um pouco mais do meu historial e da forma como faço uso dos meus conhecimentos, para criar experiências conscientes, sensorialmente densas.

Adoro a evolução da relação entre o sub e a sua Domina. de e claro resultados positivos.

Tenho formação de tantra.
E considero ambas, abordagens diferentes para a integração de traumas, disfunções (e o puro sentido do fetish), repressões utilizando a mesma energia sexual, de formas distintas e variadas.

Ambas podem ser usadas como ferramentas para uma maior auto-compreensão. Quando falo de auto-conhecimento, falo do submisso, e da Dominadora. Não há duas pessoas iguais, e por isso, também não há duas relações totalmente iguais. Mesmo não alterando a relação Domme/sub. Que existe SEMPRE como base das minhas sessões.

O respeito, a subserviência necessária não é algo que muito egos consigam propor-se a fazer sem pensar nas consequências destrutivas dele mesmo. Por isso também sou seleta nas pessoas que aceito como submiss@s.

O submisso, ao ser submetido às vontades de uma Dominadora, tem a oportunidade de (re)conhecer, aceitar e se permitir tirar todo o prazer de todos os fetishes ou taboos do dito cujo.
Como dominadora de todas as bestas, para além de adorar provocar, de deixar os subs e slaves loucos por mim… Adoro ver olhares de carneiro mal morto, aquele que não sabe o que se vai passar a seguir. O olhar de surpresa! Os olhares assustados com o que poderá sair da minha mala de brinquedos… Os gritos e os gemidos de todo o género agradam-me profundamente.

Eu proveito sempre para desfrutar do momento para me divertir! A não ser que o caso seja sério, aí a brincadeira muda.

Durante as minhas sessões, se houver realmente abertura do submisso, este pode vir a confrontar-se com alguns temas aos quais é mais sensível, ou o que alguns chamam “o seu limite”. Com a minha experiência, sei que estes limites são realmente as chaves que nos fazem avançar e conhecer-nos melhor. E que sempre que esticamos os nossos limites, vamos um pouco mais longe.
A vossa Rainha sabe que nem sempre é fácil fazer o processo de integração sózinho, e por isso também estou disponível para o fazer, no final de cada sessão.

Para mim o bdsm é como aquela parte de nós que muitos teimam em ignorar, em não se permitirem a oportunidade de experienciar algo mais “negro” de si mesmos.

Para os subs que não percebem patavina do que falo, aconcelho alguma leitura, ou até um vídeo do YouTube, sobre A sombra/The Shadow, por Carl Jung. Talvez conseguirão compreender um pouco melhor o conceito. Embora tudo o que falo vem com vários anos de pesquisas de várias fontes e práticas.

A Mistress Isis diz:
O processo de integração de nós mesmos é do mais forte masoquismo que há. (…)suspense(…) 😬

Para os que realmente tem interesse em fazer esse processo de integração da sua Sombra comigo, deverão enviar um email para mim. Expliquem-me a vossa história com o vosso desenvolvimento, ou se é a primeira vez – qual o objectivo o principal que te leva a querer iniciar esse processo.


(…) to be continued (…)